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Mitos e verdades sobre o impacto ambiental do setor papeleiro

No aumento da busca por alternativas sustentáveis, o consumidor se torna cada vez mais consciente acerca do impacto ambiental dos serviços, produtos e embalagens que escolhem.

Apesar de a indústria papeleira ser uma referência em sustentabilidade por oferecer um dos materiais mais reciclados – o papel – sua atividade depende da silvicultura e, sendo as árvores umas das melhores aliadas no enfrentamento às mudanças climáticas, acabam surgindo alguns mitos no imaginário popular a respeito deste setor.

Deste modo, serão esclarecidas a seguir as maiores dúvidas a respeito do setor papeleiro:
Mito 1: Consumir papel provoca desmatamento e danos ao solo

A silvicultura sustentável não se trata apenas de repor as árvores consumidas, mas principalmente prover a proteção e conservação do solo, além de promover benefícios ao ar, água e biodiversidade. Alguns dados interessantes a respeito:

  • Segundo a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), o setor de cultivo de florestas brasileiro é responsável por preservar 0,65 hectare de mata nativa para cada hectare cultivado para fins industriais – estando acima das exigências da lei.
  • O Brasil, em 2020, contou com 9 milhões de hectares de árvores cultivadas e outros 5,9 milhões de hectares destinados a Áreas de Preservação Permanente (APPs), Reserva Legal (RL) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) – uma área maior que o Estado do Rio de Janeiro. (Ibá, 2020)
  • O Brasil apresenta taxas alarmantes de desmatamento ilegal que, entretanto, não têm ligação com a indústria papeleira: 100% da celulose e papel são oriundos de árvores cultivadas para fins industriais. (Ibá, 2020)
  • É notado que, no Brasil, todas as empresas de C&P participam, voluntariamente, de programas de certificação como o International Organization for Standardization (ISO), Forest Stewardship Council (FSC) e Programme for the Endorsement of Forest Certification (Pefc) – reconhecidos internacionalmente por assegurar a rastreabilidade de produtos e origem da matéria prima. (Ibá, 2020)

Mito 2: Árvores cultivadas não são “tão boas” quanto as nativas

Não existem diferenças entre árvores nativas e cultivadas – Segundo o Ibá, todas participam ativamente no regime de chuvas e sequestro de CO2 e proteção da biodiversidade. As áreas reflorestadas produzem diversos impactos positivos:

  • De acordo com os estudos do Ibá em 2014, os 7,7 milhões de hectares cultivados foram responsáveis pela captura de 1,7 bilhão de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera.
  • O setor papeleiro é uma referência em utilização de energia renovável, que atualmente compõe 90% da energia utilizada em suas fábricas, além de ser responsável por uma significativa taxa de reciclagem de papel (66,9%).
  • As áreas de plantio utilizadas pela indústria de celulose e papel recuperam áreas anteriormente degradadas por outras atividades.

Deste modo, é possível concluir que o setor papeleiro é uma referência não somente por fornecer um produto sustentável, mas também por se utilizar de matéria prima de origem renovável com responsabilidade em todos os seus processos, gerando benefícios para o meio ambiente e sociedade como um todo.

As iniciativas sustentáveis não devem parar por aí – é por isso que as leis ambientais e de manejo florestal devem estar em constante atualização, bem como o investimento em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a indústria neste sentido.

A Contech é comprometida em garantir um futuro sustentável através de estratégias sólidas que impactam positivamente a indústria papeleira. Através de soluções biodegradáveis aprovadas pelo FDA e processos certificados pelas ISO 14001 e ISO 9001, a Contech tem como propósito tornar o setor de celulose e papel a indústria sustentável do futuro através de suas soluções, se posicionando como forte aliada econômica, tática e ecológica desse mercado.

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